Após audiência de custódia realizada nesta quinta-feira (26)no Fórum Gumersindo Bessa, em Aracaju, o policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, investigado pela morte da empresária Flávia Barros, teve a prisão mantida pela Justiça de Sergipe. Com a decisão, ele será reencaminhado ao Presídio Militar de Sergipe (Presmil).
A advogada Priscila Mendes, responsável pela defesa, informou que, durante a audiência, o investigado optou por permanecer em silêncio. Segundo ela, também foram feitos pedidos para que Tiago retornasse ao Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), mas a solicitação foi negada pela Justiça.
O suspeito havia recebido alta médica na quarta-feira (25), do Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse), onde estava internado desde o dia do crime. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES), ele deu entrada na unidade com um ferimento por arma de fogo, passou por cirurgia e permaneceu sob cuidados médicos até a liberação.
A defesa já havia se manifestado anteriormente, questionando a alta hospitalar diante do estado de saúde do investigado. De acordo com informações do caso, ele apresenta um projétil alojado na cabeça, em decorrência de um disparo de arma de fogo. O episódio está sendo apurado pelas autoridades e, segundo as investigações, Tiago teria atirado na própria cabeça depois de matar a namorada.
Segundo as investigações, o casal havia viajado à capital sergipana para assistir a um show do cantor Rey Vaqueiro, no sábado, 21.
Flávia morava em Paulo Afonso, no norte da Bahia, e havia completado 38 anos no dia 15 de março, uma semana antes do crime. O corpo foi velado na cidade baiana e, em seguida, levado para Canindé de São Francisco (SE), onde foi sepultado na segunda-feira (23).
Com informações do site FanF1 e Infonet






