Por Victor Gabriel
Nesta quarta-feira (20), o pré-candidato ao Senado Federal, Eduardo Amorim, concedeu entrevista ao CajuCast, comandado pelo jornalista Uilliam Pinheiro, e comentou sobre a formação da chapa de oposição liderada por Valmir de Francisquinho, além de defender mudanças na composição e no funcionamento do Supremo Tribunal Federal (STF).
Durante a entrevista, Eduardo falou sobre o nome de Priscila Felizola, apontada como uma das possíveis opções para compor a chapa majoritária como pré-candidata a vice-governadora ao lado de Valmir de Francisquinho. Sem confirmar uma definição, ele afirmou que a empresária vem seguindo a estratégia adotada pelo grupo político para quem deseja disputar cargos nas eleições.
“A gente tem uma regrinha no nosso bloco. Se você vem para o nosso time político e quer ser candidato a alguma coisa, seja deputado, governador, senador, é questionado qual o sonho da pessoa e partir disso deve construir, e é isso que Priscila tá fazendo, com muita humildade, com muita garra. Ela tá sempre conosco”, afirmou.
Eduardo Amorim também destacou qualidades pessoais e políticas de Priscila Felizola, afirmando que ela vem conquistando espaço dentro do grupo.
“Eu não tinha essa amizade toda com ela, mas eu digo a você: eu gosto. Priscila já demonstrou que é capaz, já demonstrou que tá preparada, e a humildade e simplicidade dela falam muito a favor. O que ela tá fazendo é seguir essa regra que existe entre a gente, botando o nome dela na prateleira e mostrando que tá disposta”, declarou.
Ao comentar sobre o processo de escolha para compor a chapa de oposição, Eduardo aconselhou diretamente Priscila, motivando-a a conquistar apoio político e popular
“Você quer ser? Coloque seu nome ali na prateleira, trabalhe pra isso, conquiste o grupo e o eleitorado e terá grande chance de ser a vice”, acrescentou.
Durante a entrevista, o pré-candidato ao Senado também comentou sobre o Supremo Tribunal Federal e afirmou que defenderia mudanças na estrutura da Corte caso seja eleito.
“É meu dever, é minha obrigação e nunca me furtei ou fugi de um desafio. Não teria nenhum medo ou receio. A toga não torna ele melhor do que absolutamente nenhum outro brasileiro”, afirmou.
Eduardo Amorim ainda declarou que apresentaria uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para limitar o tempo de permanência dos ministros do STF e mudar os critérios de escolha dos integrantes da Corte.
“Na primeira semana eu apresento uma PEC limitando o mandato de um ministro do Supremo. Tá provado que o Supremo tem que ficar com um mandato muito menor, talvez oito ou dez anos. E outra coisa, a escolha não tem que ser política, não tem que ser de presidente da República. A escolha tem que ser pela competência de carreira, que venha realmente do Judiciário”, disse.






