“Eu não fico no mesmo agrupamento que estiver o senador Alessandro Vieira”, afirma André Moura

O ex-deputado federal disse que as falas do senador Alessandro passaram de uma linha política e entraram numa seara pessoal afetando sua família

Em entrevista ao jornalista Narcizo Machado, da Fan FM, na manhã desta quinta-feira (12), o ex-deputado federal André Moura respondeu as falas do senador Alessandro Vieira sinalizando a possibilidade de rompimento da chapa anunciada pelo governador em dezembro de 2025.

A fala do senador Alessandro que culminou no posicionamento de André Moura foi que “ele acorda com o despertador, mas André pode acordar com a polícia batendo na porta”.

André Moura disse que a pedido dos amigos e da família não vinha condições de caminhar com o senador Alessandro numa mesma chapa. “Em respeito aos meus amigos, em respeito aos meus familiares, eu não tenho a mínima condição de fazer política, de estar no mesmo agrupamento, no mesmo palanque, no mesmo carro em uma carreata com o senador Alessandro Vieira”, disparou André Moura.

O ex-deputado federal disse que o senador do MDB desrespeitou a orientação do governador quando solicitou respeito entre os membros da chapa e que conversará com Fábio Mitidieri e seu pai, Luiz Mitidieri. “Vou conversar com o governador. Ele [Fábio Mitidieri] disse que quer ter uma conversa comigo. Eu, ele e o sr. Luiz Mitidieri, que o pai dele. Um homem que respeito muito. Vou sentar com o governador, vou sentar com Sr. Luiz, mas o que posso garantir é que eu não tenho a mínima condição, em respeito a meus amigos, as lideranças políticas e ao pedido de minha mãe e minha filha, eu não fico no mesmo agrupamento político que estiver o senador Alessandro Vieira”, ressaltou André Moura.

André Moura disse que as declarações ditas pelo senador Alessandro passaram de uma linha política e entraram numa seara pessoal afetando sua família, e por isso, não terá condições de caminhar no mesmo ambiente que o senador. “As declarações do senador foram muito graves. Quando ele diz que acorda com o despertador e eu acordo com a polícia na minha porta e que eu sei disso, ele me chama de bandido, de marginal, e eu não tenho como subir no palanque com ele”

Por Redação O Caju Notícias

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