Governo de Sergipe marca um golaço com a Copa Serigy

Competição reúne representantes de 31 municípios, com participação de 62 equipes masculinas e femininas

A 1ª Copa Serigy de Futebol Amador já mostrou que veio para ficar. Desde o dia 16, o torneio tem tomado conta de Sergipe e movimentado a bola, a galera e até a economia local. Estamos falando de 31 municípios e 62 equipes, entre masculinas e femininas, disputando em 24 cidades-sede. Ao todo serão 154 jogos até 26 de outubro, com uma premiação de R$ 210 mil, dividida de forma igualitária entre as categorias. E não para por aí, já que a equipe campeã feminina ainda vai carregar o nome de Sergipe na Copa Rainha Marta Nordeste, ampliando o espaço do futebol sergipano no cenário regional.

Agora, convenhamos, não dá pra falar da Copa Serigy sem reconhecer de onde veio o empurrão inicial. O torneio só está acontecendo graças a uma emenda do senador Alessandro Vieira, que destinou R$ 500 mil para viabilizar a competição. E tem notícia boa para quem curtiu a primeira edição, já que o parlamentar garantiu que o mesmo valor será repassado no ano que vem, assegurando a segunda edição da Copa.

O torneio também tem méritos que merecem destaque. Um deles é a exigência de participação feminina — todos os municípios tiveram que inscrever equipes de mulheres. Essa medida, que poderia soar burocrática para alguns, na verdade representa um avanço enorme para o futebol feminino em Sergipe. É o tipo de ação que quebra barreiras e abre espaço para que meninas e mulheres ocupem os gramados com a mesma força dos homens.

A secretária de Esporte e Lazer, Mariana Dantas, também acerta quando afirma que a competição fortalece toda a cadeia esportiva — de atletas e treinadores às próprias comunidades. Afinal, esporte não é só sobre ganhar ou perder, mas sobre criar oportunidades, democratizar o acesso e promover cidadania.

No fim das contas, a 1ª Copa Serigy não é apenas mais um torneio de futebol amador. É um símbolo de que, quando há investimento certo e visão de futuro, o esporte pode se tornar uma ferramenta poderosa de inclusão social e desenvolvimento.

Com informações da Agência Sergipe de Notícias

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